Nesta época de Natal e como já é típico a Nba prepara sempre um pequena supresa para todos os fãs espalhados pelos Mundo. Este ano decidiram juntar alguns jogadores, James Harden ( que se pintar a bar de branco passa muito bem por um Pai Natal ahaha), Jason Kidd, Blake Griffin e ainda Chis Paul, para fazer uma nova versão de "Jingle Bells". O resultado esta à vista!
Já agora um Feliz Natal para todos e se poderem dar uma vista de olhos nos jogos de dia 25, torna-se um natal ainda mais interesante :)
Boston Celtics vs Brooklyn Nets 17h00
NY Knicks vs LA Lakers 20h00
OKC Thunders vs Miami Heat 22h30
Houston Rockets vs Chigaco Bulls 01h30
Denver Nuggets vs LA Clippers 03h30
O ano de 2010 na Nba ficou marcado pela Off season devido a quantidade de grandes jogadores disponíveis,
dos quais desde logo surge á cabeça LeBron James. Era um ano importante e que
poderia mudar o rumo de varias franquias, a especulação era constante e eram vários
os cenários possíveis para o futuro de algumas super estrelas. Depois de todo o
mediatismo, um dos free agents mais
importantes (Senão o mais) anunciava ao mundo que iria abandonar a sua terra
natal, o Ohio e a equipa que o acolheu quando foi seleccionado na 1ª Posição do
draft de 2003, os Cleveland Cavaliers,
para se juntar a Dwyane Wade e Chris Bosh nos Miami Heat
Apesar da grande polémica envolta nesta decisão, era quase consensual
que este novo trio poderia criar uma nova era vitoriosa na Nba, no entanto tal não
se verificou de imediato. A primeira época foi marcada por altos e baixos, no
entanto com maior ou menor grau de dificuldade conseguiram almejar a tão
desejada final. A aguerrida equipa dos Dallas Mavericks era vista com o menos “favorita”,
mas acabaria por destronar o Big Three de
Miami.
A época seguinte era vista como “uma prova de fogo”, será
que os Heat iriam fracassar de novo? Ou iriam demonstrar toda a sua qualidade e
vencer a competição?
A fase regular decorreu com naturalidade, a equipa
manteve-se na parte cimeira da conferência Este, contudo muitas dúvidas
pairavam sobre forma como iriam reagir á pressão na fase crucial da temporada,
os Playoffs. Após a lesão de Derrick
Rose, os Chicago Bulls até então principais opositores da luta pelo Titulo da Conferência
Este, viram as suas expectativas fortemente afectadas e quando se pensava que
iria ser um “passeio”, surgem os Pacers e os Celtics que obrigaram a equipa do
sul da florida, liderada por LeBron James a jogar ao máximo das suas
capacidades para chegaram á final. Na derradeira serie, surgem os jovens “Thunders”
que assistem a uma demostração clara da força dos Heat, sendo arrasados por
4-1. Estava assim conquistado o 2º título da historia da franquia e o 1º após a
junção do trio fantástico.
Neste início de época apresentam-se muito fortes a nível ofensivo
e fazem uso dos seus pontos fortes como a exploração da transição rápida e da
capacidade de penetração para o cesto de LeBron James e Dwyane Wade que quando
não finalizam as jogadas assistem os seus companheiros livres de marcação para
lançamentos sem oposição em virtude da dupla defesa que os defensores exercem.
Ao nível da selecção de lançamento, estão irrepreensíveis e lideram a liga em
percentagem de lançamentos de campo (49,8%) Bem como lançamento de 3 pontos (41%),
onde apresentam uma serie de jogadores com elevada capacidade como Mike Miller,
Mario Chalmers, Shane Battier e ainda Ray Allen, uma das trocas mais sonantes
da Offseason que apesar da idade
ainda apresenta muito Basket para
dar, agora no papel de 6th Man. Apesar de ainda apresentaram algumas lacunas no
jogo interior, onde apenas Chris Bosh e Udonis Haslem são opção validas, ao
longo destes dois anos de consolidação, adaptaram-se a essas circunstâncias e
tirando partido de outras vertentes do seu jogo.
A Nível defensivo, aquela que era uma das melhores defesas
da competição no ano anterior (92.5 pontos sofridos por jogo), esta época não
está tão eficiente e os seus processos defensivos ainda não estão tão
consolidados, sendo apenas a 15ª melhor com 97.4 pontos sofridos por jogo.
Outro dos quesitos em que não estão tão fortes é a nível do ressalto onde
tiveram um decréscimo no número de ressaltos por jogo de 41.6 para 38.7. Apesar
destas componentes ainda não estarem tão desenvolvidas, é crível que com o
decorrer da época e com melhores níveis físicos dos jogadores, a equipa volte a
exercer uma defesa “sufocante”.
Em suma após tirarem a pressão da conquista do primeiro título,
os Miami Heat apresentam-se como os principais candidatos ao título e é perceptível
que tudo depende da forma com encarem os jogos e consigam mostrar todas as suas
capacidades e se assim o fizerem torna-se muito difícil para os seus opositores
impedirem a conquista do segundo título consecutivo. Apresentam, o que para
maioria dos seguidores da Nba é o melhor jogador da actualidade, LeBron James,
Dwyane Wade que em forma é um dos jogador Top 5, Chris Bosh que é um dos
melhores Power forward e ainda uma
serie de jogadores complementares de excelente qualidade, alem de uma forma
peculiar de jogo que quando é explorada ao máximo é muito difícil de ser batida,
como ficou demonstrado nos Playoffs
da época anterior, em que conquistaram categoricamente o titulo.
No post anterior
sobre esta temática A Crise do Basquetebol Português, foquei-me nos problemas de gestão da Fpb, nomeadamente ao
nível da divulgação e promoção da modalidade. Contudo esta tarefa não deve ser
apenas da exclusiva responsabilidade desta organização, os clubes nacionais
também devem planear e executar acções com o mesmo intuito.
Em tempos de profunda crise da modalidade o papel dos clubes
e associações desportivas assume maior importância, no entanto como é
verificável ao nível da LPB, que supostamente deveria ser o nível mais
avançadas das competições seniores em Portugal, muito pouco são os clubes que
apresentam uma estratégia de marketing
para a promoção das suas actividades, sendo facilmente mencionável uma serie de
carências:
Inexistência de site/Blog
actualizado diariamenteacerca
das actividades do clube;
Poucas iniciativas de interacção com a comunidade para
promoção da modalidade;
Falta de um departamento de marketing;
Escassa utilização das novas
tecnologias, como redes sociais;
Ausência de dinamização dos
intervalos e tempos mortos durante os encontros;
Carência de promoções e campanhas
especiais de aquisição de ingressos, bem como maiores vantagens para os seus
associados;
Escolha inadequada dos horários
dos jogos;
Fraca correlação entre o basket sénior e os basket de formação;
Promoção insuficiente da
modalidade em públicos mais jovens;
Colaboração diminuta com empresas
e outras identidades locais;
Claro que em tempo de crise
financeira, não é fácil para a maioria dos clubes que apresentam muitas
dificuldades investirem alguns fundos em acções de promoções da modalidade, no
entanto é facilmente perceptível que este mesmo investimento poderá num futuro
próximo ter um retorno significativo. Com a promoção das suas actividades, os clubes
irão despertar maior interesse na modalidade, cativando novos adeptos e
consequentemente maiores receitas a nível de bilheteira, um das principais
fontes de rendimento.
Só aumentando os adeptos da
modalidade é possível inverter esta tendência negativa e gerar maiores receitas
financeiras que possibilitam aos clubes maior capacidade financeira para
contratar e formar melhores jogadores bem como possuir melhores infra estruturas
e moldura humana de apoio.
Nesta Semana adiccionei um nova questão, qual o melhor power forward da actualidade na Nba e podem votar no canto superior direito do blog. Nesta votação não considerei jogador acima de 30 anos de idade, apesar de existirem varios ainda em excelente forma, no entanto caso queiram votar noutra opção além das apresentadas poderão colocar nos comentários deste post.
Após abandonar os campos, um dos jogadores mais cómicos da
Nba, Brian Scalabrine, popularmente conhecido como “White Mamba”, não demorou
muito a arranjar um novo trabalho, dedicando-se agora a comentar os jogos dos Boston
Celtics. Para quem já tinha saudades desta “personagem”, fica aqui um
pequeno vídeo.
O seu habitual estilo e carisma parecem continuar!!
Nesta época, a NBA tem sido fértil em surpresas, quer ao
nível das equipas quer ao nível do desempenho individual dos jogadores e é
neste campo que se tem destacado o rookie
Damian Lillard.
Os Portland Trail
Blazers necessitavam urgentemente de um base titular depois da saída de
Raymond Felton para os Knicks e assim
recrutaram Damian Lillard da pouco reconhecida Weber State University na 6ª
posição do Draft de 2012.
Durante a Summer League
já havia dado excelentes indicações, sendo inclucive co-MVP da competição, no
entanto esta liga de verão vale o que vale e são inúmeros os casos de jogadores
com boas prestações nesta competição e que posteriormente apresentam um baixo
rendimento na fase regular da Nba.
A sua estreia na Nba aconteceu e mais uma vez deu provas do
seu talento, conseguindo um duplo-duplo, 23 pontos e 11 assistências, juntando-se a
nomes consagrados como Oscar Robertson e Isiah Thomas como os únicos jogadores
a conseguirem pelo menos 20 pontos e 10 assistências no seu jogo de estreia.
Agora passados 23 jogos continua a apresentar medias
excelentes para um rookie ( 18,8ppj; 6,3ass; 3,3ress; 1,1st;) e quando todos
pensavam que o premio de ROY já
estaria praticamente entregue a Anthony Davis, eis que surge um forte
concorrente nesta disputa.
Damian Lillard tem sido uma agradável surpresa e tem
excedido todas as expectativas pois durante o periodo pre-draft não era uma
jogador muito falado mas a verdade é que se tem apresentado a um nível excelente e a manter este
desempenho poderá ajudar muito os
Blazers nesta nova fase de reconstrução após o insucesso do duo Greg Oden e Brandon Roy devido a graves lesões . Um
jogador a acompanhar de perto…